Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Escoteiros da Viver em festa no parque

011120093010 O 24º Viver Aratocan, Grupo de Escoteiros da Viver. Participou do XXII Elo Nacional, da União dos Escoteiros que comemora 85 anos. O evento acontece simultaneamente em vários estados e, neste ano, tem como tema  o Escotismo é Inclusão.

O evento contou com a participação de 400 crianças e adolescentes e começou no sábado, 31/10 e terminou no dia 02/11 às 10 horas da manhã. Veja fotos do evento na sessão de fotos do blog e mais noticias da atividade na internet.

 

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Quarta-feira, Setembro 30, 2009

Eleições para Conselheiros Tutelares no Dia 4 de Outubro

propagandaeleict O Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal vai realizar as eleições dos novos conselheiros tutelares no dia 4 de outubro, das 9h às 17h. O voto é facultativo. Qualquer cidadão pode participar. Basta comparecer à sua respectiva zona eleitoral e levar um documento de identificação com foto e o título de eleitor. A votação será pelo sistema web do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em escolas públicas do DF.

Confira os locais de votação pelo titulo de eleitor no site do TRE DF clique aqui

Entenda

O Conselho Tutelar é um órgão público de caráter autônomo e permanente, que deve existir em todas as regiões administrativas de Brasília. Sua função é zelar pelos direitos da infância e juventude, conforme os princípios estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Os conselheiros tutelares têm o papel de porta-voz das suas respectivas comunidades, atuando junto a órgãos e entidades para garantir os direitos das crianças e adolescentes. São eleitos cinco membros através do voto direto da comunidade, para mandato de três anos. O candidato ao Conselho Tutelar deve obedecer algumas regras: comprovar idoneidade, ter o ensino médio completo, comprovar moradia na região administrativa a que se candidatou e ter, no mínimo, três anos de experiência em trabalhos de proteção à infância.

Conheça as principais atribuições do Conselho Tutelar:

Atender às crianças e adolescentes que tiverem seus direitos ameaçados por ação ou omissão da sociedade ou do Estado; por falta, omissão ou abuso dos pais ou responsáveis ou em razão de sua conduta.

Receber a comunicação (obrigatória) dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos; de reiteradas faltas injustificadas ou de evasão escolar após esgotados os recursos escolares e de elevados níveis de repetência.

Requisitar o serviço social, previdência, trabalho e segurança, ao promover a execução de suas decisões.

Atender e aconselhar os pais e responsáveis, podendo aplicar algumas medidas, tais como, encaminhamento a cursos ou programas de orientação e promoção à família e tratamento especializado.

Assessorar as administrações regionais na elaboração de propostas orçamentárias, com a finalidade de garantir planos e programas de atendimento integrado nas áreas de saúde, educação, cidadania, geração de trabalho e renda a favor da infância e juventude.

Encaminhar a notícia de fatos que constituem infração administrativa ou penal contra os direitos da criança e do adolescente. Incluir no programa de auxílio, orientação e tratamento de alcoolistas e toxicômanos.

Domingo, Março 16, 2008

o amor...

“Não existe investimento seguro. Amar é ser vulnerável... Ame qualquer coisa e seu coração irá certamente ser espremido e possivelmente partido. Se quiser ter certeza de mantê-lo intacto, não deve dá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal... evite todos os envolvimentos, feche-o com segurança no esquife ou no caixão do seu egoísmo. Mas nesse esquife seguro, sombrio, imóvel, sufocante ele irá mudar. Não será quebrado, mas vai se tornar inquebrável, impenetrável, irredimível... O único lugar fora do céu onde você pode se manter perfeitamente seguro contra todos os perigos e perturbações do amor é o inferno.”[1]

[1] LEWIS, C.S. Os Quatro Amores. Ed. Mundo Cristão, São Paulo, 1983, p. 95.

Domingo, Fevereiro 03, 2008

Utopia

"A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar"
(Eduardo Galeano).

Terça-feira, Agosto 21, 2007

Prostitucionalização

Acho que esse é o único termo que expressa a essência da minha revolta. Isso porque acredito que existe um violação sendo feita em relação às vocações no nosso mundo “moderno”. Não deve ser lá algo tão original mas certamente consegue expressar o que sinto sobre o assunto. Prostitucionalização significa a prostituição das vocações. Isso porque na ampla compreensão da palavra prostituição temos a ação de mercadejar uma dimensão humana que deveria ser uma singela expressão de carinho, prazer e amor. Tornar um mercado uma dimensão humana tão sagrada é profanar Deus e a própria existência humana. Talvez o mesmo esteja sendo feito quando submetemos o nosso dever diário que deve ser nossa vocação em serena prestação de serviço ao próximo e a Deus ao mero exercício de acumulo exacerbado de bens e consumo. Isso porque cada vez mais se trabalha em função daquilo que pode ser adquirido com o trabalho realizado e não com aquilo que pode ser gerado com o serviço prestado. Poucos estão ligados no que pode representar o trabalho em si mas isso está sempre a serviço dos nosso interesses e do mercado consumista que simplesmente escravizou nossa confiança.

Quarta-feira, Agosto 01, 2007

O Cérebro Sexual

Apesar de não concordar com questões do texto vou publicar porque achei interessante o resultado, apesar de achar que o caminho para a conclusão poderia ser diferente dentre outras questões.
Um dos melhores livros que li nos últimos anos foi A Mente Seletiva, de Geoffrey Miller, um especialista em psicologia e genética comportamental. Nunca escrevi algo polêmico aqui antes, porque assuntos polêmicos requerem um livro inteiro, não uma única página. Vou arriscar e abrir uma exceção. Ele começa apontando um segundo livro de Darwin que poucos lêem, A Origem do Homem, em que ele fala de seleção sexual. Mulheres selecionam homens, e vice-versa. A variação genômica não é só conseqüência do meio ambiente.
O melhor exemplo é a plumagem do pavão, que o torna mais lento na hora de fugir dos seus predadores, mas é do que as fêmeas gostam, e por isso ele deixa mais descendentes quanto maior e mais bela for sua plumagem. Se você achava que Darwin e "evolução" significam "a sobrevivência do mais forte", você foi ludibriado por alguém. Não podemos esquecer a seleção sexual que age para "a sobrevivência dos mais atraentes ao sexo oposto". Uma bela diferença.
Geoffrey Miller traz uma nova teoria sobre por que o cérebro humano é tão mais desenvolvido que o dos outros animais. Ele sugere que foram as mulheres que nos fizeram mais inteligentes. Até hoje, homens selecionam mulheres bonitas, mas mulheres selecionam homens inteligentes. Elas namoram mauricinhos, mas casam-se com o que chamam de "homem-cabeça".
Muitos homens já sabiam disso intuitivamente, basta responder a esta singela pergunta: "Para conquistar o amor de uma mulher você usaria prosa ou poesia?". Se respondeu que amor se conquista com poesia, você é do time do Miller. Pela lógica, você deveria ter respondido "prosa". Prosa é mais amplo, você pode dizer absolutamente tudo. Poesia é limitante, especialmente se for rimada em versos alexandrinos. Tente rimar "seus lindos olhos azuis". Você só tem mais alguns segundos antes de ela sumir.
Só que Miller está certo: mulheres ficam fascinadas com homens que sabem escolher o ritmo das palavras, que selecionam um pequeno grupo estranho de termos, não aqueles que realmente descrevem seus sentimentos. Mulheres preferem um homem feio com senso de humor ao oposto.
Se a tese for comprovada, as conseqüências são múltiplas e devastadoras. O cérebro seria mais um órgão sexual que muitos homens usam descaradamente, mentindo, por exemplo. Isso explica o intelectual pavão, que utiliza o cérebro não na busca da verdade, mas para seduzir o sexo oposto. Explica por que tão poucos intelectuais conseguem convencer outros intelectuais nesses simpósios e debates públicos que acabam sendo conversas de surdos e que são feitos só para as pessoas aparecerem, e não para criar o necessário consenso para consertar alguma coisa. Miller explica o motivo: homem não aceita idéia de outro homem, por uma questão de honra.
Mais uma vez, nesta semana usei os ensinamentos de Miller ao ler uma crítica aos nossos políticos na internet, por terem filhos fora do casamento, o que é uma grosseira generalização. Nossos políticos não são mulherengos, pelo menos não mais nem menos do que o resto da população. O problema é que mulherengos se tornam políticos por ter justamente os requisitos intelectuais necessários para seduzir o eleitor. Vide Bill Clinton, Mitterrand e Kennedy. Se Miller estiver certo, é uma pá de cal na democracia, não é esse o tipo de político que queremos, gastador por definição.
Se mulherengos escolhem propositadamente algumas profissões, em que possam usar seus privilegiados cérebros para conquistar mulheres, quais seriam elas? E, aí, como vamos separar o joio do trigo? Como teremos uma sociedade mais justa e igualitária? Miller responde a algo que sempre me intrigou: por que alguém com 1 milhão de dólares arrisca tudo para dobrar o seu capital? O que estaria por trás de toda essa ganância da direita e dessa ânsia de poder da esquerda? A resposta dele para as perguntas: mulher. Por outro lado, aponte-me alguém que continue rico após o quarto casamento ou que atraia mulher em fim de mandato.
O que chamamos de egoísmo é no fundo altruísmo, um desejo de atrair o sexo oposto e compartilhar a vida com ele. Por isso, intelectual odeia rico, e vice-versa, e as mulheres adoram ambos. O trailer é esse, minha gente. Leiam o livro para tirar as próprias conclusões.

Stephen Kanitz é formado pela Harvard Business School (http://www.kanitz.com.br/)

Revista Veja, Editora Abril, edição 2016, ano 40, nº 27, 11 de julho de 2007, página 22

“Saí da Microsoft para mudar o mundo”

John Wood lança no Brasil o livro “Saí da Microsoft para mudar o mundo”
25/06/2007

John Wood,CEO da Room to ReadJohn Wood lançou no Brasil, nesta segunda-feira (25/06), o livro “Saí da Microsoft para mudar o mundo”. No café da manhã com empresários promovido pela Amcham-São Paulo ele contou a experiência de ter deixado um alto cargo em uma das maiores empresas do mundo para se dedicar à Room to Read, uma Organização Não-Governamental (ONG), cuja missão é ensinar crianças carentes a ler e escrever.
“A educação é a chave para resolver outras questões como violência e saúde. Estudos mostram a relação entre o acesso à escola e a redução da fome e pobreza”, ressaltou Wood. Em sua palestra ele informou que pesquisas apontam que a inclusão de meninas ao sistema de ensino reduz a mortalidade infantil e garante melhoria na saúde das famílias como um todo.
Em 1999, o executivo tirou férias da Microsoft e para fazer uma caminhada no Nepal. “A viagem me colocou em contato com o grande objetivo da minha vida, incentivar a leitura nas comunidades carentes”. Foi no Nepal que ele conheceu uma pequena escola que não tinha biblioteca, onde tudo era muito precário. “Os poucos livros deixados pelos turistas estavam trancados no armário”, comentou.
Wood prometeu à comunidade local que voltaria com vários livros para a biblioteca. Depois, sob sua liderança e com envolvimento da comunidade, a escola foi reformada. A partir daí, ele deixou a Microsoft para se transformar num grande empreendedor social. Em 2000, fundou a Room to Read. Estimulando a leituraO trabalho da ONG consiste em engajar comunidades na construção, reforma e manutenção de escolas e bibliotecas. “Também enfatizamos a produção e distribuição de livros em língua local”, disse. Ele explicou que em algumas escolas no Camboja e em outras localidades da Ásia, os poucos livros existentes eram em inglês, doados por turistas ou entidades.
John Wood diz que está satisfeito com os resultados obtidos em sete anos, mas tem planos de crescer ainda mais. “Assim como a filosofia que aprendi na Microsoft, a entidade tem foco em resultados e alimenta paixão pelo que está sendo realizado”.
Até o momento, os números são:
  • 287 escolas construídas
  • 3.600 bibliotecas
  • 2,8 milhões de livros distribuídos
  • 1,2 milhão de crianças foram beneficiadas em sete países (Nepal, Vietnã, Camboja, Índia, Sri Lanka, Laos e África do Sul).John Wood disse que deve ampliar as atividades para a América Latina.